Olha a merda!! No último levantamento de balneabilidade realizado pelo Instituto
do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (INEMA),
apontou 28 praias impróprias para o banho na capital e região metropolitana.
A poluição das águas do mar decorrente do esgoto que corre pelos
canais pluviais, o arraste de lixo com as chuvas e a falta de educação da
população são alguns dos fatores que contribuem para que as praias sejam
classificadas como impróprias.
As praias que devem ser
evitadas são:
- S. Tomé de Paripe (em frente à Vila Maria);
- Periperi (atrás da estação Férrea);
- Penha (em frente à Igreja N. S. da Penha);
- Bogari (em frente ao Colégio João Florêncio Gomes);
- Pedra Furada (atrás do Hospital Sagrada Família);
- Roma (atrás do Hospital São Jorge);
- Canta Galo (atrás da antiga fabrica da Brahma, atual FIB);
- Santa Maria (em frente ao Hospital Espanhol);
- Farol da Barra (em frente à Rua Dias D’Ávila e em frente à Rua Alfredo Magalhães);
- Ondina (em frente à Rua Ademar de Barros e em frente ao posto Shell);
- Rio Vermelho (em frente à Rua Bartolomeu de Gusmão e em frente à Igreja N. S. Santana);
- Amaralina (em frente à Escola Cupertino de Lacerda e em frente ao Edifício Atlântico);
- Pituba (em frente à Rua Paraíba, próximo ao Ki-Mukeka, e atrás do antigo Clube Português);
- Armação (em frente ao Clube Inter. Pass);
- Boca do Rio (em frente ao Posto Salva Vidas);
- Corsário (em frente ao Posto Salva Vidas);
- Patamares (em frente ao Posto Salva Vidas);
- Piatã (em frente ao Posto Salva Vidas);
- Placaford (em frente ao Posto Salva Vidas);
- Itapuã (em frente ao Clube Cassas e em frente à Sereia);
- Buraquinho (em frente à barraca de praia Chalé).
A avaliação das praias faz parte do projeto Monitoramento
Ambiental, do INEMA, que além de analisar a qualidade ambiental das águas
e do ar, faz análise do comportamento das correntes oceanográficas e dos
ventos. O boletim é feito semanalmente e está disponível no site do Sistema
Estadual de Informações Ambientais e Recursos Hídricos (SEIA).
O diagnóstico das condições de balneabilidade é obtido mediante o
recolhimento de amostras nas praias de Salvador e Lauro de Freitas, durante
cinco semanas.
De acordo com a Assessoria de Imprensa do INEMA, “O material
é analisado e os exames bacteriológicos confirmam as praias impróprias para o
banho. A praia é considerada própria quando apresenta, em 80% das amostras,
menos de 1.000 coliformes fecais ou menos de 800 Escherichia coli, ou ainda
menos de 25 enterococos por 100 ML de água. Ainda que nas análises anteriores a
qualidade da água esteja dentro dos parâmetros considerados próprios para
banho, se o valor obtido na última amostragem for superior a 1000 coliformes
termotolerantes ou 2000 Escherichia coli ou 100 enterococos por 100 mL de água,
a praia é considerada imprópria. Esses critérios foram estabelecidos pela resolução
274/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).
O Instituto ainda alerta os banhistas para evitar o banho de praia
em tempo chuvoso, já que as águas podem ser contaminadas por arraste de
diversos detritos, como lixo das ruas, carregado através das galerias pluviais,
podendo causar doenças como conjuntivite e leptospirose. “É desaconselhável
ainda o banho próximo à saída de esgotos, desembocadura dos rios urbanos,
córregos e canais de drenagem”, completa.