sábado, 10 de agosto de 2013

Professora acha jiboia no telhado de escola pública em Feira de Santana

Do G1

                                                                                                                                                          

Animal foi retirado pelo Corpo de Bombeiros e levado para um laboratório. Cobra tem 1,5 metros e tinha comido a mãe e quatro filhotes de pássaros.




Uma cobra jiboia foi encontrada no telhado de uma escola pública em Feira de Santana, distante cerca de 100 km de Salvador, na sexta-feira (9).

De acordo com a Cabo Assis, do Corpo de Bombeiros, uma professora localizou o animal após o fim da aula, durante a tarde. Apenas essa turma precisou sair da unidade por segurança.

Segundo a Cabo Assis, que fez o resgate do animal, a jiboia havia acabado de se alimentar. A cobra tinha pouco mais de 1,5 metros e foi levada para o laboratório de animais peçonhetos da Universidade Federal de Feira de Santana (Uefs).

 "Quando ela se alimenta, ela fica quietinha, sem se movimentar muito por cerca de 8 a 10 dias para fazer a digestão. Quando chegamos na Uefs, ela vomitou o alimento, quatro passarinhos filhotes e a mãe", explicou.



quarta-feira, 7 de agosto de 2013

MP pede anulação de licença ambiental do Shopping Paralela

Do A Tarde

                                                                                                        

O Ministério Público Estadual entrou com ação civil pública para que a Justiça declare nulas as licenças ambientais concedidas pela extinta Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, Habitação e Meio Ambiente (Sedham) para a construção de duas pontes sobre o rio Trobogy como contrapartida aos impactos viários da instalação do Shopping Paralela na Avenida Luís Viana Filho.

Shopping foi construído em área de mata (Foto: Googlemaps)
A promotora de Justiça de Habitação e Urbanismo Hortênsia Pinho, autora da ação, solicita ainda determinação judicial para retirada de um tanque de refrigeração de água localizado ao lado do empreendimento, por ele causar danos ambientais visuais à paisagem urbana, e para que seja impedida a ampliação do estabelecimento já autorizada pelo poder municipal.
Na ação ajuizada no último dia 27, a promotora diz que, por se tratar de construção em Área de Preservação Permanente (APP), "devem ser impedidos, por meio de decisão liminar, os efeitos das licenças ambientais e a ampliação do shopping".

Uma das ilegalidades apontadas é que o Paralela nunca contou com Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV), embora no ano de sua inauguração, 2009, a equipe técnica do MP tenha elaborado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para que o mesmo fosse realizado. Após anos de negociação, o termo foi refutado em março deste ano pelos representantes do estabelecimento, que se negaram a assiná-lo.

A ilegalidade da concessão das licenças, segundo Hortênsia Pinho, decorre, além da falta do estudo, também de uma decisão "unilateral" e "monocrática" do então titutar da Sedham, Paulo Damasceno, e a um posicionamento equivocado do Instituto do Meio Ambientee Recursos Hídricos (Inema). Na ação civil, a promotora afirma que o órgão de fiscalização estadual informou ao Ministério Público que a intervenção em APP dependeria de autorização de órgão municipal, apesar de se tratar de área de floresta e Mata Atlântica, de competência do Estado.

O então titular da Sedham, Damasceno, emitiu uma "Licença Ambiental ad referendum (para aprovação)" quanto à construção da ponte (que depois passaram a ser duas), ato que, segundo a promotora, não conta com "previsão no ordenamento jurídico ambiental pátrio". A licença foi aprovada pelo Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comam) em dezembro do ano passado, junto a uma nova autorizando a segunda ponte sobre o Rio Trobogy.

A aprovação, explica a promotora, foi feita de maneira ilegal porque uma decisão do Tribunal de Justiça da Bahia suspendeu diversos artigos da Lei de Ordenamento do Uso e Ocupação do Solo (Louos), entre eles os que previam alterações quanto à competência e composição do Comam, tornando ilegítima a deliberação dos conselheiros que participaram da sessão realizada no final de 2012.


terça-feira, 6 de agosto de 2013

Estudo mostra que emissão de gases de efeito estufa não tem redução efetiva em 2012

Da Agência Brasil
Por Fernanda Cruz - 05.08.2013

                                                                                                      


Uma pesquisa desenvolvida pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas, mostra que, no ano passado, a emissão direta de gases que provocam o efeito estufa não teve redução efetiva.

Baleia é atacada por tubarão no litoral sul da Bahia

Do G1

                                                                                                              


Especialista diz que animais encalhados são geralmente atacados por tubarão. Litoral registra o aparecimento de outros animais, como o leão-marinho. 

A visita das baleias ao litoral sul da Bahia, um espetáculo que todos os anos atrai gente de todos os cantos do país, agora ganhou a presença de outros animais. Os tubarões são responsáveis por parte da morte das baleias que aparecem no litoral.(Confira no vídeo ao lado, um tubarão atacando uma baleia).


Durante a temporada, muitas baleias acabam encalhando. Em 2010 em todo o país, o Instituto Baleia Jubarte registrou 96 encalhes, o maior número em 10 anos. Já em 2011 foram registrados 39 casos e em 2012 foram 47 encalhes. Em 2013, só no início da temporada, foram registrados 10 encalhes, desses sete na Bahia sendo que seis registrados no extremo sul do estado.

 “Se a gente considerar que no ano passado a gente teve 47 na Costa do Brasil e que a maior parte dos encalhes acontece em agosto ou setembro e nesse ano já tivemos 10 encalhes, isso assusta um pouco”, revela Milton Marcondes do Instituto Baleia Jubarte. O número de baleias mortas pode ser ainda maior em 2013.

A maioria dos casos acontece porque elas são devoradas por tubarões da espécie tigre. A estimativa do instituto é que entre 10% e 15% dos animais chegam até a praia.

“Basicamente entre baleias e golfinhos temos que ter dois cuidados. Um é manter o animal molhado o tempo todo já que ele é muito sensível com a temperatura e manter a pele protegida do sol.

Outras espécies

O instituto também tem registro de encalhes de golfinhos e botos, mas nesta temporada o Instituto tem registrado a presença do leão-marinho do sul. O macho jovem, que mede cerca de 1,70m e pesa 80 kg não está encalhado e faz a festa de quem passa pelo local. 

É um animal raro de aparecer aqui na região. No Brasil ele só existe no Rio Grande do Sul e ele é mais comum no Uruguai. Ele deve ter subido até a costa. Nesta época do ano estamos tendo relatos de lobos marinhos aparecendo no Espírito Santo. No caso do leão, nós conseguimos avistar e vimos que ele está bem gordinho, bem nutrido e está com um aspecto bom. A gente espera ele pegue o caminho certo dele", afirma Marcondes.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Em caso raro, tubarão- lixa nasce em aquário na Praia do Forte, na Bahia

Do G1

                                                                                                           

Segundo o Tamar, é o 1º registro do nascimento em cativeiro no mundo. Seis animais sobreviveram. Animal é conhecido como 'tubarão dorminhoco'.

Tubarão-Lixa nasce em cativeiro na Bahia (Foto: Divulgação/Tamar)
Filhotes de tubarão lixa nasceram em cativeiro em um caso que pode ser o único registrado até então no mundo. No final do mês de junho, 10 espécies nasceram no aquário do Projeto Tamar, na Praia do Forte, litoral norte. Desses, seis sobreviveram, um macho e cinco fêmeas.

Seus filhotes sobrevivem em cativeiro na Praia do Forte. (Foto: Divulgação/Tamar)
"O primeiro a nascer nós demos o nome de pé quente, porque nós não tínhamos visto que eles haviam nascidos, daí ele estava em um aquário com outros peixes e até tubarões que poderiam comê-lo', explicou Guy Marcovaldio, cordenador nacional do projeto. Ainda segundo ele, a espécia é uma das mais dóceis entre os tubarões e também o que mais dorme. "Ele é conhecido como tubarão dorminhoco, porque passa a maior parte do tempo dormindo. É uma das poucas espécies de tubarão que consegue respirar parado", explicou.

Após o nascimento, os animais foram relocados para um tanque isolado, onde devem ser tratados pelos biólogos do Tamar. Além das novas seis crias, outros quatro tubarões-lixa vivem no projeto. O tubarão-lixa é proveniente dos recifes de corais e são vistos com maior frequência entre o litoral do nordeste e o estado de Santa Catarina.



Tubarão-Lixa (Foto: Divulgação/Tamar)