sábado, 5 de janeiro de 2013

Faça você mesmo

Do Crie e Faça Você Mesmo

                                                                                                                       

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Balneabilidade indica 6 praias impróprias em Salvador


Olha a merda!!! Bem acima das expectativas, poucas praias devem ser evitadas pelos banhistas esta semana.  O último levantamento realizado pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (Inema), aponta 6 praias impróprias para o banho na capital baiana.  

As 4 praias em Lauro de Freitas ainda podem ser desfrutadas pelo banhistas, sem preocupações.  o/

A poluição das águas do mar decorrente do esgoto que corre pelos canais pluviais, o arraste de lixo com as chuvas e a falta de educação da população são alguns dos fatores que contribuem para que as praias sejam classificadas como impróprias.

As praias que devem ser evitadas são:

  • Periperi (atrás da estação férrea);
  • Penha (em frente à Igreja N. S. da Penha);
  • Pedra Furada (atrás do Hospital Sagrada Família);
  • Boca do Rio (em frente ao Posto Salva Vidas);
  • Corsário (em frente ao Posto Salva Vidas);
  • Corsário (em frente ao Posto Salva Vidas Patamares).


A avaliação das praias faz parte do projeto Monitoramento Ambiental, do INEMA, que além de analisar a qualidade ambiental das águas e do ar, faz análise do comportamento das correntes oceanográficas e dos ventos. O boletim é feito semanalmente e está disponível no site do Sistema Estadual de Informações Ambientais e Recursos Hídricos (SEIA).

O diagnóstico das condições de balneabilidade é obtido mediante o recolhimento de amostras nas praias de Salvador e Lauro de Freitas, durante cinco semanas.

De acordo com a Assessoria de Imprensa do INEMA, “O material é analisado e os exames bacteriológicos confirmam as praias impróprias para o banho. A praia é considerada própria quando apresenta, em 80% das amostras, menos de 1.000 coliformes fecais ou menos de 800 Escherichia coli, ou ainda menos de 25 enterococos por 100 ML de água. Ainda que nas análises anteriores a qualidade da água esteja dentro dos parâmetros considerados próprios para banho, se o valor obtido na última amostragem for superior a 1000 coliformes termotolerantes ou 2000 Escherichia coli ou 100 enterococos por 100 mL de água, a praia é considerada imprópria. Esses critérios foram estabelecidos pela resolução 274/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

O Instituto ainda alerta os banhistas para evitar o banho de praia em tempo chuvoso, já que as águas podem ser contaminadas por arraste de diversos detritos, como lixo das ruas, carregado através das galerias pluviais, podendo causar doenças como conjuntivite e leptospirose. “É desaconselhável ainda o banho próximo à saída de esgotos, desembocadura dos rios urbanos, córregos e canais de drenagem”, completa.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Fotógrafos registram mais de 7 mil km do litoral brasileiro

Da BBC Brasil - 02.01.2013

                                                                                                                           





Costa do Brasil


Os fotógrafos gaúchos Ita Kirsch e Bala Blauth percorreram mais de 7 mil quilômetros do litoral do Brasil registrando a diversidade das praias do país.

Durante oito meses, os dois percorreram as praias do Brasil a bordo de um jipe, carregando mochilas e equipamentos fotográficos.

"Enfrentamos calor, areia, maresia, o peso das mochilas. Para compensar, recebemos de presente cenários de tirar o fôlego, sol na maior parte do tempo, peixes do mais variados sabores, muita caipirinha e água de coco", afirmou Bala Blauth.

O resultado foram 38 mil fotos de todas as regiões que fazem parte do litoral brasileiro, que tiveram que ser editadas até chegarem a 160 imagens para as 224 páginas do livro Costa do Brasil.

"Acabamos escolhendo aquelas que têm um significado especial, que dizem o que jamais conseguiríamos transmitir em palavras", afirmam os fotógrafos.

As imagens mostram visões amplas, algumas detalhadas, do litoral brasileiro, contrastando natureza e presença humana.

Os textos de apresentação do livro são do jornalista e escritor Eduardo Bueno, que fala sobre as ocupações ligadas ao litoral e o fascínio que a costa provoca na sociedade brasileira, e do agrônomo e ecologisa Arno Kayser, que explica a diversidade físic e biológica da costa.

"Não é de se estranhar que toda a história do Brasil esteja inteiramente ligada às suas praias. Não só porque foi nelas que os portugueses desembarcaram em abril de 1500, mas porque, 15 mil anos antes, elas já estavam sendo disputadas e ocupadas pelos chamados 'homens dos sambaquis'", escreveu Bueno no livro.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Relatório Anual 2011

Do WWF-Brasil

                                                                                                                     


Para ler o Relatório, clique aqui.
Apresentamos o Relatório Anual 2011, nossa prestação de contas. Esse relatório é uma oportunidade do WWF-Brasil mostrar à sociedade brasileira as ações realizadas e resultados na conservação do meio ambiente e na promoção do desenvolvimento sustentável, reafirmando a transparência da instituição.







Convidamos você a conhecer nossa equipe e os resultados alcançados em 2011. Boa leitura!


domingo, 30 de dezembro de 2012

Ecoturismo mobiliza jovens em busca de rota alternativa no Reveillon

Da Agência Brasil - 21.12.2012

                                                                                                              


Brasília - O Brasil está no topo do ranking dos países com maior biodiversidade do mundo. Riqueza que atrai grande número de turistas que preferem passar a virada de ano em contato com a natureza e longe da badalação. Esse movimento já é visto por quem trabalha com ecoturismo como oportunidade de se preparar para um desafio que se aproxima: receber estrangeiros durante a Copa de 2014.

O Ministério do Turismo estima que a Copa trará ao Brasil cerca de 600 mil estrangeiros, que farão em média três viagens. Acredita-se que o ecoturismo estará entre os atrativos mais procurados durante o evento esportivo. Pensando nisso, o Ministério está desenvolvendo o Projeto Parques da Copa, em parceria com a Embratur, o ICMBio e o Ministério do Meio Ambiente. O objetivo é garantir estrutura adequada para receber os visitantes em 27 unidades de conservação próximas às cidades sede. Além disso, foi elaborada uma lista com 88 produtos e destinos turísticos, dos quais 72 estão distantes até 300 km de um dos 12 palcos do Mundial.

O Ministério do Turismo aposta que o ecoturismo estará entre os atrativos mais procurados durante a Copa de 2014. (Marcelo Saviski / Creative Commons)



Virada

Entre os turistas que buscam tranquilidade na viagem de reveillón está a estudante de comunicação carioca Larissa Armstrong, de 20 anos, que irá passar o ano novo com um grupo de amigos na Praia do Sono, em Paraty, um dos pontos que constam na lista do Ministério. "Estive lá há 3 anos. É uma praia linda, bem extensa e isolada. Não chega carro. O acesso é por trilha ou barco. Por isso, conserva uma natureza exuberante", conta Larissa.

No sul da Bahia, os destinos escolhidos pelo Ministério são Prado e Caravelas, embora estejam a 795 km da capital do estado, Salvador, cidade sede da Copa de 2014. O distrito de Cumuruxatiba, em Prado, será também o local em que a estudante de engenharia ambiental Mayra de Rodesky passará o Reveillon. "Recebi o convite de uma amiga. A família dela tem uma casa lá. Não conheço o lugar, mas me animei de imediato e sugeri fazermos um mergulho", contou.

Perfil


Mayra e Larissa estão dentro do perfil do público de maior incidência no ecoturismo, segundo a cartilha do Ministério do Turismo: são pessoas entre 25 e 50 anos, com escolaridade de nível superior e poder aquisitivo médio ou alto. Geralmente, viajam sozinhos ou em pequenos grupos e procedem dos grandes centros urbanos. A cartilha ressalta ainda que o ecoturista importa-se mais com a singularidade da experiência e com o estado de conservação do ambiente do que com o custo da viagem.

Mergulho no arquipélago de Abrolhos está entre as atrações do sul da Bahia. (ernie_greatoutdoors / Creative Commons)

Apesar da menor preocupação com os custos, o ecoturismo não está entre as viagens mais caras, segundo a Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais. Uma pesquisa de demanda realizada no ano passado apontou que o gasto médio diário no ecoturismo é de R$90,28, abaixo do turismo cultural, do turismo de negócios e do turismo voltado para o bem-estar.

A pesquisa entrevistou 9.418 turistas de diferentes estados e trouxe diversos dados que evidenciam o espaço ocupado pelo ecoturismo atualmente. Quando peguntados sobre o principal atrativo turístico analisado na hora de escolher um destino, 38% dos entrevistados responderam o lazer, 33,3% o ecoturismo, 7,7% eventos e 6,8% a diversão noturna. Quando questionados sobre qual a próxima viagem pretendem fazer, 43,3% disseram buscar sol e praia, 16,2% turismo cultural e 8,2% ecoturismo.


Esse texto está sob Creative Commons 3.0.