Do Projeto Tamar - Praia do Forte
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Ararinhas-azuis voltam para casa
Do IMCBio
Projeto conta com a
parceria entre órgãos do governo brasileiro e iniciativa privada
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| Foto Divulgação: Projeto Ararinha na Natureza |
Brasília (26/02/2013) - Os dois primeiros
exemplares da ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) chegam hoje, dia 26, em
São Paulo. As aves, mantidas em cativeiro na Alemanha, chegam ao Brasil como
uma das ações do projeto Ararinha na Natureza, que tem como objetivo devolver à
Caatinga brasileira esta espécie que desapareceu da região há mais de uma
década. A iniciativa tem como parceiros o Instituto Chico Mendes de Conservaçãoda Biodiversidade (ICMBio), organizações da sociedade civil sem fins lucrativos
(SAVE Brasil e Funbio, via carteira Fauna Brasil) e a Vale.
O procedimento de transferência das aves obedece às
normas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e é
acompanhado diretamente pelo ICMBio, que coordena o Plano de Ação Nacional para a Conservação da Ararinha-azul (PAN),
e pela Sociedade para a Conservação das Aves do Brasil (SAVE-Brasil). “O
objetivo é ter indivíduos suficientes em cativeiro para efetuar a reintrodução
em seuhabitat natural daqui a alguns anos”, explica Camile Lugarini,
coordenadora do PAN.
Inicialmente, as aves passaram por exames clínicos
seguindo as exigências do MAPA e foram embarcadas em voo comercial,
acondicionadas em caixotes especiais (imunes a contaminações). Após o
desembarque, os espécimes serão levados para a Estação Quarentenária de
Cananéia (SP), onde ficarão em quarentena. Ao final deste período, as aves se
juntarão a outros exemplares que estão em cativeiro no Brasil, para a
reprodução.
O PAN foi instituído pelo ICMBio em fevereiro de
2012 e prevê uma série de medidas para aumentar a população manejada em
cativeiro, além de recuperar e conservar o habitat de ocorrência histórica da
espécie até 2017.
Em busca de novos espécimes
A repatriação faz parte das ações do governo
brasileiro e parceiros que visam reintroduzir a ararinha-azul na natureza, que
é uma espécie brasileira nativa da Caatinga. Considerada extinta em ambiente
natural desde 2000, atualmente há no mundo apenas 80 indivíduos, mantidos em
programas de cativeiro. A maioria encontra-se em mantenedores no exterior
(Espanha, Alemanha e Quatar). De acordo com o ICMBio, somente quatro ararinhas
compõem atualmente a população reprodutiva no Brasil.
Em abril deste ano, será feita a repatriação de um
novo grupo de ararinhas que virão da Espanha. No início deste mês, o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (Cemave),
do ICMBio, acompanhou a transferência de um casal de ararinhas na Europa.
Reintrodução à natureza
Iniciativa ousada e grandiosa, o projeto tem o
objetivo de restabelecer uma população selvagem da espécie e garantir a
proteção de seu habitat. Com ações de curto, médio e longo prazos, o
projeto Ararinha na Natureza prevê o desenvolvimento de diversas atividades
como a implementação de políticas públicas voltadas à conservação da ararinha,
apoio ao manejo adequado das populações de cativeiro visando futuras
reintroduções, aumento do conhecimento científico, proteção dos habitats e
campanhas de disseminação e educação ambiental.
Atualmente a ararinha-azul é um dos animais mais
ameaçados do planeta e, embora tenha sido sempre considerada rara, devido ao
histórico de destruição de seu habitat (Caatinga) e a intensa captura
para o comércio ilegal, a espécie tornou-se símbolo mundial da importância de
preservação da biodiversidade. Como a possibilidade de existirem indivíduos na
natureza é muito remota, o aumento populacional em cativeiro para a
reintrodução na natureza é a única esperança para a recuperação da ararinha no
seu habitat original.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Feira de Adoção (e doação) no Parque de Pituaçu
Você resgatou e cuidou de um cãozinho ou gatinho de rua e deseja agora
doá-lo?
Todos os DOMINGOS no Parque de Pituaçu das 10h às 16h ocorre
FEIRA DE ADOÇÃO para Protetores Independentes como você!
O resgate de um animal de rua só termina quando o mesmo encontra um lar feliz e essa é a oportunidade.
TODOS OS DOMINGOS!
Local: Parque de Pituaçu
Horário: das 10h às 16h
É por tempo limitado!
Do Planeta Sustentável
Muito Além da Economia Verde,
do sociólogo Ricardo Abramovay,
por R$ 1,99, no site do Iba!
Seu preço normal é R$ 20.
Lançado em junho de 2012,
este é o primeira livro publicado com o selo do Planeta Sustentável.
Ganhou versão digital em
novembro, por meio do Iba, e pode ser acessado tanto no iPad e tablets Android,
quanto no PC.
É por tempo limitado!
Hora do Planeta 2013
Do WWF-Brasil
Sábado, dia 23 de março de 2013, às 20h30, apagar as luzes é só o começo!
QUERO PARTICIPAR
Sábado, dia 23 de março de 2013, às 20h30, apagar as luzes é só o começo!
Pelo quinto ano consecutivo, o WWF-Brasil promove no país o movimento
global Hora do Planeta. No dia 23 de março de 2013, das 20h30 às 21h30, milhões
de pessoas ao redor do mundo vão apagar as luzes em um ato simbólico contra o
aquecimento global e os problemas ambientais que a humanidade enfrenta.
Desde 2009, um número crescente de cidades, empresas e pessoas no Brasil
aderiu ao movimento apagando as luzes de seus monumentos, escritórios ou casas
e organizando atividades especiais para mostrar seu apoio na batalha contra as
mudanças climáticas.
Neste ano de 2013, a Hora do Planeta no Brasil convida empresas,
governos e toda a sociedade para responder uma pergunta em especial. “O que
você faria para salvar o planeta?”. No sábado, 23 de março, apagar as luzes
será só o começo.
Hoje, apesar de todos os problemas ambientais existem aqueles dispostos
a fazer sua parte para salvar o planeta. A responsabilidade é de todos.
Participe da Hora do Planeta, cadastre-se no site, apague suas luzes e reflita
sobre como você pode mudar seu estilo de vida para ser mais sustentável.
Lembre-se no sábado, dia 23 de março de 2013, às 20h30, apagar as luzes
é só o começo!
QUERO PARTICIPAR
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Faça você mesmo
Do DesignSponge
Você pode trazer um pouco da natureza para dentro de casa com as plantinhas que não precisam recar. Toda a estrutura pode ser feita com garrafas PET.
Você pode trazer um pouco da natureza para dentro de casa com as plantinhas que não precisam recar. Toda a estrutura pode ser feita com garrafas PET.
Veja o PASSO A PASSO.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Mais de 200 mil toneladas de embalagens de agrotóxicos foram recolhidas do campo nos últimos dez anos
Da Agência Brasil
Por Carolina Gonçalvess
Por Carolina Gonçalvess
Brasília – Nos últimos dez anos, mais de 237
mil toneladas de embalagens de agrotóxicos utilizadas nas propriedades rurais
brasileiras voltaram para os fabricantes que reutilizaram ou eliminaram o
material, seguindo padrões ambientais definidos em lei. A prática, conhecida
como logística reversa, se tornou obrigatória para o setor em 2002.
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| Embalagens vazias de agrotóxicos. (Divulgação: Emater) |
Apenas no ano passado, segundo balanço
divulgado hoje (29), pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens
Vazias (inpEV), o volume de embalagens recolhidas e corretamente destinadas por
agricultores, comerciantes e fabricantes superou as 37,7 mil toneladas. O
balanço mostra um aumento de 9% em relação ao registro de 2011.
Representantes do inpEV, que reúne a
indústria fabricante de agrotóxicos instalada no país, destacaram, ao longo de
todo o ano passado, que o aumento do volume de embalagens recolhidas reflete o
maior uso de agrotóxicos no país, mas também mostra que o atendimento à
legislação nacional tem acompanhado o incremento da atividade agrícola.
De acordo com os números do sistema da
logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas, conhecido como
Sistema Campo Limpo, Paraná (4,8 mil toneladas), São Paulo (4,5 mil toneladas)
e Goiás (4 mil toneladas) foram os estados que mais encaminharam embalagens
vazias para a destinação final no ano passado. Juntamente com Rio Grande do
Sul, Minas Gerais e Bahia, esses estados respondem por 62% do total de
embalagens vazias que foram retiradas do campo no Brasil.
Apesar de ainda estar longe do topo da lista,
em 2012, os agricultores, fabricantes e comerciantes de Alagoas recolheram 395%
mais embalagens do que no ano anterior, passando de 34 para 170 volumes. No
Pará, a logística reversa teve um salto de 132%, passando de 63 para 147. E no
Rio Grande do Norte, onde foi registrado o terceiro maior crescimento
percentual da medida, o volume recolhido passou de 38 para 74, com aumento de
96%.
A gestão pós-consumo, prevista em lei,
atribui responsabilidades para toda a cadeia produtiva, incluindo agricultores,
fabricantes e canais de distribuição e o apoio do Poder Público.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Balneabilidade indica 8 praias impróprias em Salvador
Olha a merda!!! O último levantamento realizado pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (Inema), aponta 8 praias impróprias para o banho na capital baiana.
A poluição das águas do
mar decorrente do esgoto que corre pelos canais pluviais, o arraste de lixo com
as chuvas e a falta de educação da população são alguns dos fatores que
contribuem para que as praias sejam classificadas como impróprias.
As 4 praias em Lauro de
Freitas podem ser desfrutadas pelo banhistas, sem preocupações. o/
As praias que devem ser
evitadas são:
- Bogari (em frente ao Colégio João Florêncio Gomes);
- Pedra Furada (atrás do Hospital Sagrada Família);
- Roma (em frente à Rua Professor Roberto Correia);
- Canta Galo (Atrás da antiga fabrica da Brahma);
- Armação (em frente ao Clube Inter. Pass);
- Boca do Rio (em frente ao Posto Salva Vidas);
- Corsário (em frente ao Posto Salva Vidas);
- Patamares (em frente ao Posto Salva Vidas Patamares).
A avaliação das praias
faz parte do projeto Monitoramento Ambiental, do INEMA, que além de analisar
a qualidade ambiental das águas e do ar, faz análise do comportamento das
correntes oceanográficas e dos ventos. O boletim é feito semanalmente e está
disponível no site do Sistema Estadual de Informações Ambientais e Recursos
Hídricos (SEIA).
O
diagnóstico das condições de balneabilidade é obtido mediante o recolhimento de
amostras nas praias de Salvador e Lauro de Freitas, durante cinco semanas.
De acordo com a
Assessoria de Imprensa do INEMA, “O material é analisado e os exames
bacteriológicos confirmam as praias impróprias para o banho. A praia é
considerada própria quando apresenta, em 80% das amostras, menos de 1.000
coliformes fecais ou menos de 800 Escherichia coli, ou ainda menos de 25
enterococos por 100 ML de água. Ainda que nas análises anteriores a qualidade
da água esteja dentro dos parâmetros considerados próprios para banho, se o
valor obtido na última amostragem for superior a 1000 coliformes
termotolerantes ou 2000 Escherichia coli ou 100 enterococos por 100 mL de água,
a praia é considerada imprópria. Esses critérios foram estabelecidos pela
resolução 274/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).
O Instituto ainda alerta
os banhistas para evitar o banho de praia em tempo chuvoso, já que as águas
podem ser contaminadas por arraste de diversos detritos, como lixo das ruas,
carregado através das galerias pluviais, podendo causar doenças como
conjuntivite e leptospirose. “É desaconselhável ainda o banho próximo à saída
de esgotos, desembocadura dos rios urbanos, córregos e canais de drenagem”, completa.
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Fotógrafo registra vida de pinguim-rei no Atlântico sul
Da BBC Brasil
A marcha dos pinguins
O fotógrafo canadense Tony Beck fez uma série de fotos de pinguins
durante uma viagem à Ilha Georgia do Sul, próxima às Ilhas Malvinas/Falklands,
no Atlântico Sul. Entre as imagens flagradas está esta formação de
pinguins-reis que lembra a letra Z.
"Ao chegar nas praias perto de uma colônia, você vê imediatamente a
grandeza do número (de pinguins) - literalmente, eles se estendem até onde a
vista alcança", afirma Beck.
Os pais de uma família destes pinguins passam cerca de 14 meses chocando
o ovo e criando os filhotes. A cobertura grossa e aveludada destes filhotes os
protege das temperaturas do inverno na ilha.
O contraste de cores entre os filhotes e dos adultos cria a impressão de
um ziguezague quando as aves se reúnem.
O fotógrafo explica que é possível ver "milhares de pinguins, como
se fossem pequenos soldados de cerca de 90 centímetros de altura, em grupos bem
unidos, cobrindo colinas e planícies".
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
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