domingo, 1 de setembro de 2013
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Alerta vermelho: Em 20 de agosto, humanidade excedeu orçamento da Terra para 2013
Do WWF
Nesta terça-feira (20) o planeta acendeu um alerta vermelho. Nesse dia, a humanidade esgotou o orçamento da natureza para o ano e começamos a operar no vermelho. Os dados são da Global Footprint Network – GFN (Rede Global da Pegada Ecológica), instituição internacional parceira da rede WWF, que gera conhecimento sobre sustentabilidade e tem escritórios na Califórnia (EUA), Europa e Japão.
O Overshoot Day (Dia da Sobrecarga da Terra) é a data aproximada em que a demanda anual da humanidade sobre a natureza ultrapassa a capacidade de renovação possível. Para chegar a essa data, a GFN faz o rastreamento do que a humanidade demanda em termos de recursos naturais (tal como alimentos, matérias primas e absorção de gás carbônico) - ou seja, a Pegada Ecológica - e compara com a capacidade de reposição desses recursos pela natureza e de absorção de resíduos.
Os dados demonstram que, em menos de oito meses, utilizamos tudo o que a natureza consegue regenerar durante um ano. O restante ficou descoberto em nossa conta. À medida que aumenta nosso consumo, cresce o débito ecológico, traduzido na redução de florestas, perda da biodiversidade, colapso dos recursos pesqueiros, escassez de alimentos, diminuição da produtividade do solo e acúmulo de gás carbônico na atmosfera. Tudo isso não apenas sobrecarrega a capacidade de recuperação e manutenção do meio ambiente, como também debilita nossa própria economia.
As mudanças climáticas -- decorrentes da emissão de gases de efeito estufa em ritmo mais rápido do que sua absorção pelas florestas e oceanos – são o maior impacto desse consumo excessivo.
"O enfrentamento de tais restrições impacta diretamente as pessoas. As populações de baixa renda têm dificuldade em competir por recursos com o restante do mundo," afirma Mathis Wackernagel, presidente da Global Footprint Network e co-criador da Pegada Ecológica, uma medida para contabilizar o uso de recursos naturais.
Preparar para o futuro
A contabilidade da Pegada Nacional de 2012 feita pela GFN demonstra que, no ritmo em que a humanidade utiliza os recursos e serviços ecológicos hoje, precisaríamos de um planeta e meio (1,5) para renová-los. Se continuarmos nesse ritmo, vamos precisar de dois planetas antes de chegar à metade do século.
A Pegada Ecológica total da China é a maior do mundo, principalmente devido a sua grande população. A Pegada por pessoa da China é muito menor do que aquela dos países da Europa ou da América do Norte; nos últimos sete anos, entretanto, a China ultrapassou os recursos disponíveis por pessoa no mundo todo.
Hoje, mais de 80% da população mundial vive em países que utilizam mais do que seus próprios ecossistemas conseguem renovar. Esses países “devedores ecológicos” esgotam seus próprios recursos ecológicos ou os obtêm de outros lugares.
Nem todos os países demandam mais do que seus ecossistemas são capazes de prover. Mas até mesmo as reservas de tais “credores ecológicos”, como o Brasil, diminuem com o tempo. Não podemos mais manter essa discrepância orçamentária que se alarga entre o que a natureza é capaz de prover e as demandas de nossa infraestrutura, economia e estilo de vida.
"A América Latina e, mais especificamente, a América do Sul está numa posição única no contexto mundial, já que suas reservas ecológicas ainda superam sua Pegada Ecológica na maior parte dessa região”, afirma Juan Carlos Morales, Diretor Regional para a América Latina da Global Footprint Network. "No entanto, esse padrão está mudando e agora, mais do que nunca, os países da América do Sul precisam realmente compreender a produção e o consumo e seus recursos naturais para continuarem competitivos na nova economia,” concluiu Morales.
Hoje somos 7,2 bilhões de pessoas e, se a população ainda está crescendo, as tecnologias da informação e de transporte permitem multiplicar a economia mundial num ritmo ainda mais acelerado. Apesar disso, em muitos casos, as restrições legais e os cuidados ambientais são vistos como obstáculos ao crescimento econômico, ainda traduzido diretamente em desenvolvimento social e progresso.
Por isso, para a Global Footprint Network e Rede WWF, em lugar de dilapidar os recursos, é mais sábio tratá-los como uma fonte contínua de riqueza a ser usada de forma sustentável e estratégica, garantindo um futuro seguro para toda a humanidade.
“Para assegurar um futuro limpo e saudável para nossos filhos, é preciso preservar o capital natural que nos resta e cuidar melhor do planeta que chamamos de lar”, afirma Jim Leape, Diretor Geral da Rede WWF.
Redução da Pegada Ecológica
Com o objetivo de ampliar o debate sobre o consumo e equilíbrio ambiental, o WWF-Brasil iniciou em 2010 um trabalho pioneiro no Brasil, em parceria com a GFN, prefeitura de Campo Grande (MS) e parceiros locais. Realizou o cálculo da Pegada Ecológica da capital sul-mato-grossense, primeira cidade brasileira a fazer esse cálculo. Em 2011, realizou o cálculo para o estado e para a capital São Paulo.
De acordo com a Secretária Geral do WWF-Brasil, Maria Cecília Wey de Brito, cidadãos e governos têm papel fundamental na redução dos impactos do consumo sobre os recursos naturais do planeta. “Políticas públicas voltadas para esse fim, como a oferta de um transporte público de qualidade e menos poluente, construção de ciclovias, e o estímulo ao consumo responsável, por exemplo, são essenciais para reduzir a Pegada Ecológica. E este é um papel dos governos”, ressalta.
Já os cidadãos, na opinião de Maria Cecília, devem cobrar dos governos e dos políticos a criação e aplicação de politicas deste tipo. “Mas enquanto elas não existem, nós podemos fazer nossas escolhas lembrando que nosso planeta é finito, como é a nossa conta no banco”, salienta.
Em Campo Grande, as ações de mitigação para ajudar a reduzir a Pegada Ecológica estão em curso e o estudo de São Paulo, lançado em 2012, durante a Rio+20, ainda carece de uma ação concreta dos poderes estadual e municipal. “O cálculo traz informações importantes que ajudam no planejamento da gestão ambiental das cidades com o direcionamento das políticas públicas de forma a reduzir esses impactos” afirma o superintendente de Conservação do WWF-Brasil, Michael Becker, responsável pela condução dos estudos, pelo WWF-Brasil.
Além do trabalho com a Pegada Ecológica, a rede WWF também é parceira da GFN na edição do Relatório Planeta Vivo, que é publicado a cada dois anos. A próxima edição ficará pronta em setembro de 2014.
Com informações da GFN
Nesta terça-feira (20) o planeta acendeu um alerta vermelho. Nesse dia, a humanidade esgotou o orçamento da natureza para o ano e começamos a operar no vermelho. Os dados são da Global Footprint Network – GFN (Rede Global da Pegada Ecológica), instituição internacional parceira da rede WWF, que gera conhecimento sobre sustentabilidade e tem escritórios na Califórnia (EUA), Europa e Japão.
O Overshoot Day (Dia da Sobrecarga da Terra) é a data aproximada em que a demanda anual da humanidade sobre a natureza ultrapassa a capacidade de renovação possível. Para chegar a essa data, a GFN faz o rastreamento do que a humanidade demanda em termos de recursos naturais (tal como alimentos, matérias primas e absorção de gás carbônico) - ou seja, a Pegada Ecológica - e compara com a capacidade de reposição desses recursos pela natureza e de absorção de resíduos.
Os dados demonstram que, em menos de oito meses, utilizamos tudo o que a natureza consegue regenerar durante um ano. O restante ficou descoberto em nossa conta. À medida que aumenta nosso consumo, cresce o débito ecológico, traduzido na redução de florestas, perda da biodiversidade, colapso dos recursos pesqueiros, escassez de alimentos, diminuição da produtividade do solo e acúmulo de gás carbônico na atmosfera. Tudo isso não apenas sobrecarrega a capacidade de recuperação e manutenção do meio ambiente, como também debilita nossa própria economia.
As mudanças climáticas -- decorrentes da emissão de gases de efeito estufa em ritmo mais rápido do que sua absorção pelas florestas e oceanos – são o maior impacto desse consumo excessivo.
"O enfrentamento de tais restrições impacta diretamente as pessoas. As populações de baixa renda têm dificuldade em competir por recursos com o restante do mundo," afirma Mathis Wackernagel, presidente da Global Footprint Network e co-criador da Pegada Ecológica, uma medida para contabilizar o uso de recursos naturais.
Preparar para o futuro
A contabilidade da Pegada Nacional de 2012 feita pela GFN demonstra que, no ritmo em que a humanidade utiliza os recursos e serviços ecológicos hoje, precisaríamos de um planeta e meio (1,5) para renová-los. Se continuarmos nesse ritmo, vamos precisar de dois planetas antes de chegar à metade do século.
A Pegada Ecológica total da China é a maior do mundo, principalmente devido a sua grande população. A Pegada por pessoa da China é muito menor do que aquela dos países da Europa ou da América do Norte; nos últimos sete anos, entretanto, a China ultrapassou os recursos disponíveis por pessoa no mundo todo.
Hoje, mais de 80% da população mundial vive em países que utilizam mais do que seus próprios ecossistemas conseguem renovar. Esses países “devedores ecológicos” esgotam seus próprios recursos ecológicos ou os obtêm de outros lugares.
Nem todos os países demandam mais do que seus ecossistemas são capazes de prover. Mas até mesmo as reservas de tais “credores ecológicos”, como o Brasil, diminuem com o tempo. Não podemos mais manter essa discrepância orçamentária que se alarga entre o que a natureza é capaz de prover e as demandas de nossa infraestrutura, economia e estilo de vida.
"A América Latina e, mais especificamente, a América do Sul está numa posição única no contexto mundial, já que suas reservas ecológicas ainda superam sua Pegada Ecológica na maior parte dessa região”, afirma Juan Carlos Morales, Diretor Regional para a América Latina da Global Footprint Network. "No entanto, esse padrão está mudando e agora, mais do que nunca, os países da América do Sul precisam realmente compreender a produção e o consumo e seus recursos naturais para continuarem competitivos na nova economia,” concluiu Morales.
Hoje somos 7,2 bilhões de pessoas e, se a população ainda está crescendo, as tecnologias da informação e de transporte permitem multiplicar a economia mundial num ritmo ainda mais acelerado. Apesar disso, em muitos casos, as restrições legais e os cuidados ambientais são vistos como obstáculos ao crescimento econômico, ainda traduzido diretamente em desenvolvimento social e progresso.
Por isso, para a Global Footprint Network e Rede WWF, em lugar de dilapidar os recursos, é mais sábio tratá-los como uma fonte contínua de riqueza a ser usada de forma sustentável e estratégica, garantindo um futuro seguro para toda a humanidade.
“Para assegurar um futuro limpo e saudável para nossos filhos, é preciso preservar o capital natural que nos resta e cuidar melhor do planeta que chamamos de lar”, afirma Jim Leape, Diretor Geral da Rede WWF.
Redução da Pegada Ecológica
Com o objetivo de ampliar o debate sobre o consumo e equilíbrio ambiental, o WWF-Brasil iniciou em 2010 um trabalho pioneiro no Brasil, em parceria com a GFN, prefeitura de Campo Grande (MS) e parceiros locais. Realizou o cálculo da Pegada Ecológica da capital sul-mato-grossense, primeira cidade brasileira a fazer esse cálculo. Em 2011, realizou o cálculo para o estado e para a capital São Paulo.
De acordo com a Secretária Geral do WWF-Brasil, Maria Cecília Wey de Brito, cidadãos e governos têm papel fundamental na redução dos impactos do consumo sobre os recursos naturais do planeta. “Políticas públicas voltadas para esse fim, como a oferta de um transporte público de qualidade e menos poluente, construção de ciclovias, e o estímulo ao consumo responsável, por exemplo, são essenciais para reduzir a Pegada Ecológica. E este é um papel dos governos”, ressalta.
Já os cidadãos, na opinião de Maria Cecília, devem cobrar dos governos e dos políticos a criação e aplicação de politicas deste tipo. “Mas enquanto elas não existem, nós podemos fazer nossas escolhas lembrando que nosso planeta é finito, como é a nossa conta no banco”, salienta.
Em Campo Grande, as ações de mitigação para ajudar a reduzir a Pegada Ecológica estão em curso e o estudo de São Paulo, lançado em 2012, durante a Rio+20, ainda carece de uma ação concreta dos poderes estadual e municipal. “O cálculo traz informações importantes que ajudam no planejamento da gestão ambiental das cidades com o direcionamento das políticas públicas de forma a reduzir esses impactos” afirma o superintendente de Conservação do WWF-Brasil, Michael Becker, responsável pela condução dos estudos, pelo WWF-Brasil.
Além do trabalho com a Pegada Ecológica, a rede WWF também é parceira da GFN na edição do Relatório Planeta Vivo, que é publicado a cada dois anos. A próxima edição ficará pronta em setembro de 2014.
Com informações da GFN
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Cão é encontrado amarrado e com pênis dilacerado; equipe faz resgate
Do G1
Animal da raça
poodle estava em uma casa no bairro Abaeté, em Salvador. Ele foi encaminhado para clínica veterinária e vai passar a noite internado.
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| Cão é resgatado em Salvador, na Bahia (Foto: Divulgação) |
Um cachorro da raça poodle foi
resgatado nesta quarta-feira (14), no bairro Abaeté, em Salvador.
A ação foi realizada pela equipe da vereadora Rita Tavares, que disse ter achado o animal debilitado e com a genitália dilacerada.
Segundo a equipe, o animal estava
amarrado a uma corda curta, entre fezes, urina e sem comida ou água limpa.
O homem considerado o dono do animal
assinou, no local, o termo de doação extra-judicial.
O animal foi encaminhado a uma clínica e, de acordo com a equipe, está debilitado e com retração do prepúcio, que é a pele que cobre o pênis.
terça-feira, 13 de agosto de 2013
sábado, 10 de agosto de 2013
Professora acha jiboia no telhado de escola pública em Feira de Santana
Do G1
Animal foi retirado pelo Corpo de Bombeiros e levado para um laboratório. Cobra tem 1,5 metros e tinha comido a mãe e quatro filhotes de pássaros.
Animal foi retirado pelo Corpo de Bombeiros e levado para um laboratório. Cobra tem 1,5 metros e tinha comido a mãe e quatro filhotes de pássaros.
Uma cobra jiboia foi encontrada no telhado de uma escola
pública em Feira de Santana, distante cerca de 100 km de Salvador, na
sexta-feira (9).
De acordo com a Cabo Assis, do Corpo de Bombeiros, uma
professora localizou o animal após o fim da aula, durante a tarde. Apenas essa
turma precisou sair da unidade por segurança.
Segundo a Cabo Assis, que fez o resgate do animal, a
jiboia havia acabado de se alimentar. A cobra tinha pouco mais de 1,5 metros e
foi levada para o laboratório de animais peçonhetos da Universidade Federal de Feira de Santana (Uefs).
"Quando ela se alimenta, ela fica quietinha, sem
se movimentar muito por cerca de 8 a 10 dias para fazer a digestão. Quando
chegamos na Uefs, ela vomitou o alimento, quatro passarinhos filhotes e a
mãe", explicou.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
MP pede anulação de licença ambiental do Shopping Paralela
Do A Tarde
O Ministério Público Estadual entrou com ação
civil pública para que a Justiça declare nulas as licenças ambientais
concedidas pela extinta Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano,
Habitação e Meio Ambiente (Sedham) para a construção de duas pontes sobre o rio
Trobogy como contrapartida aos impactos viários da instalação do Shopping
Paralela na Avenida Luís Viana Filho.
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| Shopping foi construído em área de mata (Foto: Googlemaps) |
A promotora de Justiça de Habitação e Urbanismo Hortênsia
Pinho, autora da ação, solicita ainda determinação judicial para retirada de um
tanque de refrigeração de água localizado ao lado do empreendimento, por ele
causar danos ambientais visuais à paisagem urbana, e para que seja impedida a
ampliação do estabelecimento já autorizada pelo poder municipal.
Na ação ajuizada no último dia 27, a promotora diz que,
por se tratar de construção em Área de Preservação Permanente (APP),
"devem ser impedidos, por meio de decisão liminar, os efeitos das licenças
ambientais e a ampliação do shopping".
Uma das ilegalidades apontadas é que o Paralela nunca
contou com Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV), embora no ano de sua
inauguração, 2009, a equipe técnica do MP tenha elaborado um Termo de
Ajustamento de Conduta (TAC) para que o mesmo fosse realizado. Após anos de
negociação, o termo foi refutado em março deste ano pelos representantes do
estabelecimento, que se negaram a assiná-lo.
A ilegalidade da concessão das licenças, segundo
Hortênsia Pinho, decorre, além da falta do estudo, também de uma decisão
"unilateral" e "monocrática" do então titutar da Sedham,
Paulo Damasceno, e a um posicionamento equivocado do Instituto do Meio Ambientee Recursos Hídricos (Inema). Na ação civil, a promotora afirma que o órgão de
fiscalização estadual informou ao Ministério Público que a intervenção em APP
dependeria de autorização de órgão municipal, apesar de se tratar de área de
floresta e Mata Atlântica, de competência do Estado.
O então titular da Sedham, Damasceno, emitiu uma
"Licença Ambiental ad referendum (para aprovação)" quanto à
construção da ponte (que depois passaram a ser duas), ato que, segundo a
promotora, não conta com "previsão no ordenamento jurídico ambiental
pátrio". A licença foi aprovada pelo Conselho Municipal de Meio Ambiente
(Comam) em dezembro do ano passado, junto a uma nova autorizando a segunda
ponte sobre o Rio Trobogy.
A aprovação, explica a promotora, foi feita de maneira
ilegal porque uma decisão do Tribunal de Justiça da Bahia suspendeu diversos
artigos da Lei de Ordenamento do Uso e Ocupação do Solo (Louos), entre eles os
que previam alterações quanto à competência e composição do Comam, tornando
ilegítima a deliberação dos conselheiros que participaram da sessão realizada
no final de 2012.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Estudo mostra que emissão de gases de efeito estufa não tem redução efetiva em 2012
Da Agência Brasil
Por Fernanda Cruz - 05.08.2013
Uma
pesquisa desenvolvida pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas, mostra que, no ano passado, a emissão direta de gases que
provocam o efeito estufa não teve redução efetiva.
Por Fernanda Cruz - 05.08.2013
Uma
pesquisa desenvolvida pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas, mostra que, no ano passado, a emissão direta de gases que
provocam o efeito estufa não teve redução efetiva.Baleia é atacada por tubarão no litoral sul da Bahia
Do G1
Durante a temporada, muitas baleias acabam
encalhando. Em 2010 em todo o país, o Instituto Baleia Jubarte registrou 96
encalhes, o maior número em 10 anos. Já em 2011 foram registrados 39 casos e em
2012 foram 47 encalhes. Em 2013, só no início da temporada, foram registrados
10 encalhes, desses sete na Bahia sendo que seis registrados no extremo sul do
estado.
Especialista diz que animais encalhados são geralmente atacados por tubarão. Litoral registra o aparecimento de outros animais, como o leão-marinho.
A visita das baleias ao litoral sul da Bahia,
um espetáculo que todos os anos atrai gente de todos os cantos do país, agora
ganhou a presença de outros animais. Os tubarões são responsáveis por parte da
morte das baleias que aparecem no litoral.(Confira no vídeo ao lado, um tubarão atacando uma baleia).
“Se a gente
considerar que no ano passado a gente teve 47 na Costa do Brasil e que a maior
parte dos encalhes acontece em agosto ou setembro e nesse ano já tivemos 10
encalhes, isso assusta um pouco”, revela Milton Marcondes do Instituto Baleia
Jubarte. O número de baleias mortas pode ser ainda maior em 2013.
A maioria dos casos acontece porque elas são
devoradas por tubarões da espécie tigre. A estimativa do instituto é que entre
10% e 15% dos animais chegam até a praia.
“Basicamente entre baleias e golfinhos temos que
ter dois cuidados. Um é manter o animal molhado o tempo todo já que ele é muito
sensível com a temperatura e manter a pele protegida do sol.
Outras espécies
O instituto também tem registro de encalhes de golfinhos e botos, mas nesta temporada o Instituto tem registrado a presença do leão-marinho do sul. O macho jovem, que mede cerca de 1,70m e pesa 80 kg não está encalhado e faz a festa de quem passa pelo local.
É um animal raro de aparecer aqui na região. No Brasil ele só existe no Rio Grande do Sul e ele é mais comum no Uruguai. Ele deve ter subido até a costa. Nesta época do ano estamos tendo relatos de lobos marinhos aparecendo no Espírito Santo. No caso do leão, nós conseguimos avistar e vimos que ele está bem gordinho, bem nutrido e está com um aspecto bom. A gente espera ele pegue o caminho certo dele", afirma Marcondes.
O instituto também tem registro de encalhes de golfinhos e botos, mas nesta temporada o Instituto tem registrado a presença do leão-marinho do sul. O macho jovem, que mede cerca de 1,70m e pesa 80 kg não está encalhado e faz a festa de quem passa pelo local.
É um animal raro de aparecer aqui na região. No Brasil ele só existe no Rio Grande do Sul e ele é mais comum no Uruguai. Ele deve ter subido até a costa. Nesta época do ano estamos tendo relatos de lobos marinhos aparecendo no Espírito Santo. No caso do leão, nós conseguimos avistar e vimos que ele está bem gordinho, bem nutrido e está com um aspecto bom. A gente espera ele pegue o caminho certo dele", afirma Marcondes.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Em caso raro, tubarão- lixa nasce em aquário na Praia do Forte, na Bahia
Do G1
Segundo o Tamar, é o 1º registro do nascimento em cativeiro no mundo. Seis animais sobreviveram. Animal é conhecido como 'tubarão dorminhoco'.
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| Tubarão-Lixa nasce em cativeiro na Bahia (Foto: Divulgação/Tamar) |
Filhotes de tubarão lixa nasceram em cativeiro em um caso que pode ser o único registrado até então no mundo. No final do mês de junho, 10 espécies nasceram no aquário do Projeto Tamar, na Praia do Forte, litoral norte. Desses, seis sobreviveram, um macho e cinco fêmeas.
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| Seus filhotes sobrevivem em cativeiro na Praia do Forte. (Foto: Divulgação/Tamar) |
"O primeiro a nascer nós demos o nome de pé quente,
porque nós não tínhamos visto que eles haviam nascidos, daí ele estava em um
aquário com outros peixes e até tubarões que poderiam comê-lo', explicou Guy
Marcovaldio, cordenador nacional do projeto. Ainda segundo ele, a espécia é uma
das mais dóceis entre os tubarões e também o que mais dorme. "Ele é
conhecido como tubarão dorminhoco, porque passa a maior parte do tempo
dormindo. É uma das poucas espécies de tubarão que consegue respirar parado",
explicou.
Após o nascimento, os animais foram relocados para um
tanque isolado, onde devem ser tratados pelos biólogos do Tamar. Além das novas
seis crias, outros quatro tubarões-lixa vivem no projeto. O tubarão-lixa é
proveniente dos recifes de corais e são vistos com maior frequência entre o
litoral do nordeste e o estado de Santa Catarina.
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| Tubarão-Lixa (Foto: Divulgação/Tamar) |
terça-feira, 30 de julho de 2013
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Curso capacita em Gestão Ambiental Empreendedora
Da UFBA
Atividade tem limite de 50 vagas
O curso Gestão Ambiental
Empreendedora cujo tema principal é a gestão ambiental com ênfase no
empreendedorismo e na responsabilidade, acontece das 8 às 20h, dos próximos
dias 23 a 25 de julho, na Faculdade de Ciências Contábeis da UFBA. As
inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 20 de julho pelo
email contabilidade.itineran.te@gmail.com.
O curso que tem limites de vagas para
os primeiros cinquenta inscritos, terá a presença da professora da UniversidadePaulista (UNIP), Daniela Macedo que desenvolve pesquisas relacionadas à questão
ambiental com foco na gestão empreendedora. Essa é uma iniciativa destinada a
membros de grupos sociais, profissionais, estudantes e interessados acima de 18
anos, com certificado para quem cumprir no mínimo 32 horas.
A atividade salientará os problemas
naturais em relação às dificuldades sociais. A ação visa à capacitação de
indivíduos acerca da preservação ambiental por meio dos conhecimentos de
organização comunitária, empreendedorismo social e sustentabilidade ambiental.
Durante o curso haverá sorteios de livros, mais informações: (71) 3283-7580.
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