Por Pedro Peduzzi, Luciene Cruz e Welton Máximo
Brasília
- Desde o início do Programa de Aceleração do Crescimento 2 ((PAC2), o Brasil
aumentou em 4.244 Megawats (MW) sua capacidade geradora, com a entrada em
operação de 52 empreendimentos. De acordo com balanço do programa divulgado
hoje (19) pelo governo federal, 83% (3.525 MW) da energia agregada têm como
origem fontes limpas e renováveis. A expectativa é de que outros 28.022 MW
sejam agregados ao sistema a partir da conclusão de obras que já estão em
andamento.
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| Parque de Energia Eólica em Brotas de Macaúbas, Bahia (Alberto Coutinho/SecomGovBA/Creative Commons) |
Com as
11 hidrelétricas cujas obras estão em andamento, o sistema poderá gerar 18.702
MW a mais de energia. Estão sendo construídas também 28 termelétricas, que vão
gerar 6.868 MW, e 87 eólicas com capacidade para gerar 2.291 MW.
Atualmente há 23 linhas de
transmissão sendo instaladas, com uma extensão de 10.657 quilômetros. Desde o
início do programa, 13 subestações de energias e 17 linhas foram concluídas,
totalizando 3.308 quilômetros para a transmissão da energia gerada.
Na área
petrolífera, foram assinados contratos para a construção de 21 sondas, a um
custo de R$ 29 bilhões. A indústria naval contabiliza a contratação de 228
empreendimentos pelo Programa de Expansão e Modernização da Marinha Mercante.
Outros 81 já foram entregues.
O PAC 2 já investiu R$ 5,8
bilhões no setor de combustíveis renováveis, para o escoamento integrado à
movimentação de álcool nos estados de Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e
Belo Horizonte. Nesses investimentos estão incluídas obras de instalação para
coleta, armazenamento e transporte por dutos, para permitir a saída da produção
por meio de portos marítimos.
Edição: Denise
Griesinger
Esse texto está sob Creative Commons
3.0.

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