terça-feira, 10 de setembro de 2013

Dilma anuncia investimento em água de R$ 135,4 milhões para o semiárido

Do G1
Por Priscilla Mendes

                                                                                                                             

Recurso será destinado a 336 municípios e deve beneficiar 41 mil famílias.
Segundo ministro, Nordeste passa pela pior estiagem dos últimos cem anos

A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta terça-feira (10) investimento de R$ 135,4 milhões para levar água a 336 municípios do semiárido brasileiro (veja, ao final desta reportagem, a lista completa das cidades contempladas por estado). Comunidades rurais deverão receber sistemas simplificados de abastecimento hídrico nos próximos seis meses, segundo previsão do Ministériode Integração Nacional.
O governo prevê que os recursos – que farão parte do programa Água para Todos – beneficiarão 41 mil famílias que vivem em comunidades rurais de baixa renda. Serão 1.042 sistemas de abastecimento instalados em cidades de Alagoas, BahiaCearáMinas Gerais,ParaíbaPernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, de acordo com o ministério.

O anúncio foi feito pela presidente e pelos ministros da Integração Nacional, Fernando Bezerra, e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, durante cerimônia no Palácio do Planalto.


Segundo o ministro, a região Nordeste atravessa atualmente a pior estiagem dos últimos cem anos. Com o anúncio, o governo pretende "agilizar o programa de execução dos sistemas de abastecimento de água simplificado, que vai atender comunidades rurais do interior".

Dilma disse que o governo quer "garantia de água permanente e sustentável" para a região Nordeste. "Não é necessário combater a seca, é necessário conviver. Conviver com ela significara domá-la, na verdade é conseguir gerenciá-la, conseguir fazer com que a população não tenha consequências danosas que a seca produz", afirmou.

A presidente Dilma, de acordo com Bezerra, pediu agilidade na execução do programa Água para Todos. 

"Vossa excelência tem recomendado agilidade, pressa, celeridade para que elas possam chegar àqueles que estão sofrendo aos efeitos dessa seca", disse Bezerra durante discurso.

Veja abaixo a relação de municípios que vão receber verbas para sistemas de abastecimento:

Bahia
Banzaê, Caldeirão Grande, Candeal, Candiba, Capela do Alto Alegre, Caturama, Contendas do Sincorá, Cravolândia, Dom Basílio, Érico Cardoso, Feira da Mata, Ibiquera, Ichú, Itaguaçú da Bahia, Itiruçú, Jandaira, Jussiape, Lajedinho, Lajeado do Tabocal, Macajuba, Macururé, Maetinga, Matina, Mulungu do Morro, Muquém do São Francisco, Nordestina, Nova Fátima, Nova Itarana, Ouricangas, Pedrão, Pintadas, Quixabeira, Retirolândia, Ribeirão do Largo, Rio do Pires e Rodelas, Santa Inês, Santa Terezinha, Santanópolis, São José do Jacuípe, Saúde, Serrolândia, Tanquinho, Várzea do Poço e Wagner.

Veja os demais estados no site do G1. 

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Cães abandonados são problema em Feira de Santana

Do ATarde
Por Luiz Tito e Redação - Sucursal de Feira de Santana
                                                                                                                                          


O dito popular diz que o cachorro é o melhor amigo do homem, mas nem sempre a recíproca é verdadeira. Isso é constatado nas ruas de Feira de Santana (a 109 km de Salvador), onde é comum encontrar cães acasalando, perambulando sem destino, aventurando suas vidas entre carros e motocicletas, na tentativa de atravessar ruas e avenidas.

Muitas vezes, são vistos a buscar comida no lixo, em bares e restaurantes, de onde constantemente são  expulsos a chutes, com banho de água fria ou quente, ou simplesmente com um grito de "passa fora". O motivo da peregrinação? Muitos foram abandonados pelos donos.

Na segunda maior cidade da Bahia, com 600 mil habitantes, dados da Associação de Proteção a Animais (Apa) mostram que, em dez anos, mais de 1.500 cães foram recolhidos após serem abandonadas em diversos pontos das ruas da cidade. Uma média de 150 por ano. Esses números preocupam protetores de animais.

Números atuais - Conforme Ricardo Jones de Lima, presidente da Apa, atualmente há mais de 5 mil cachorros largados nas ruas do município feirense, a maioria nos bairros periféricos.

Os motivos para o abandono são diversos, desde doenças adquiridas pelos animais, o alto preço das rações e consultas veterinárias - variam entre R$ 70 e R$ 100 -, até a mudança de casa, dos donos, para apartamentos ou condomínios fechados.

"Há casos em que os responsáveis por esses animais simplesmente os deixam nas ruas, para que se virem na alimentação. Um verdadeiro crime", disse Lima.

Com estrutura deficitária, Ricardo Jones de Lima vem tentando dar sobrevida a esses animais, que muitas  vezes são resgatados nas ruas quase mortos. São recolhidos tendo levado pauladas na cabeça, com pernas quebradas, muito magros, famintos, sem pelos e cheios de carrapatos.

"Só de lembrar o quadro clínico da maioria me revolta. Um dos exemplos é o vira-lata batizado como Branquinho, que chegou aqui há mais de um ano esquelético e sem uma pata, que perdeu em um atropelamento e, hoje, forte e arisco, adaptou-se à nova vida", contou.

Segundo o presidente, as despesas mensais com alimentação, vacina, outros cuidados e funcionários chegam a R$ 10 mil. "Contamos com a ajuda de amigos e empresários que fazem doações de ração e dinheiro. Alguns veterinários dão descontos nas consultas. Além disso, fazemos sempre eventos para arrecadar verba", informou.

"Hoje temos em nossas bases - uma no centro e outra no bairro do Papagaio - cerca de 250 cães de raça a vira-latas. Todos vacinados, castrados, sadios e dóceis, à espera de um novo lar", disse Lima.


domingo, 1 de setembro de 2013

Sete espécies de peixes estão em extinção na Bahia

Do ATarde
Por Claudio Bandeira

                                                                                                                              

Sete espécies de peixes comuns no litoral baiano correm o risco de extinção devido ao excesso de pesca, induzida pelo alto consumo. A constatação é de uma pesquisa realizada no Parque do Recife de Fora, em Porto Seguro (BA), pela Universidade Federal de Santa Catarina, que integra a rede de pesquisas do Projeto Coral Vivo. A região foi escolhida por ser uma das mais ricas da costa brasileira em biodiversidade marinha.

O peixe Mero é uma das espécies ameaçadas

A pesquisa foi publicada recentemente na revista Fisheries Management and Ecology, um dos mais respeitados periódicos científicos especializado em gerenciamento de pesca e ecologia.

O levantamento de dados foi desenvolvido pelos biólogos Mariana Bender, Sergio Floeter e Natalia Hanazaki da UFSC, e envolveu entrevistas com quatro gerações de pescadores locais que atuam nas imediações do parque.

Entre as espécies ameaçadas estão o badejo quadrado (Mycteroperca bonaci) e o cherne (Hyporthodus nigritus) que foi incluido na lista vermelha global da  International Union for Conservation of Nature (IUCN).

"Além desses, detectamos que estão em declínio capturas de mero-gato  (Epinephelus adscensionis), garoupa (Epinephelus morio), cioba (Lutjanus analis), dentão (Lutjanus jocu) e guaiúba (Ocyurus chrysurus)", enumera Mariana Bender>

Ela acrescenta que as espécies vivem em áreas de recife e que as denominações são nomes populares atribuídos aos peixes na região, mas que podem variar ao longo da costa brasileira.

Foram entrevistados 53 pescadores de forma a ajustar os referenciais ambientais relativos ao impacto provocado pela ação humana no ecossistema  marinho.

Uma das perguntas do estudo se referia ao maior peixe já capturado por cada um deles e quando  isso ocorreu.

"Os com idades superiores a 50 anos tinham pescado animais de maior porte se comparados às gerações mais jovens", explica a bióloga.

O badejo quadrado (Mycteroperca bonaci), por exemplo, há quarenta anos era pescado com 49 quilos e, atualmente, com 17 quilos.

Pesca predatória 

A pesquisa da UFSC constatou que 36% dos pescadores consideraram que a atividade contribuiu para o declínio dos recursos pesqueiros. "Eles lembraram da época em que pescavam nos recifes do atual parque marinho - que agora é uma área de proteção integral -  e retornavam com as canoas cheias de peixes", afirma a bióloga.

Se de um lado os pescadores mais velhos reconhecem o declínio de espécies de peixe e de que a pescaria na região mudou consideravelmente nas últimas décadas, os mais jovens desconhecem que os animais - hoje raros - já foram abundantes.

Ainda segundo a bióloga, "as diferenças na percepção das quatro gerações de pescadores em relação ao meio ambiente e à conservação de recursos pesqueiros é um fenômeno conhecido como "referenciais dinâmicos" (em inglês, shifting baseline syndrome). "Os badejos e garoupas, particularmente, são muito apreciados na culinária pela sua carne. Por isso, é necessário promover o consumo consciente para que os estoques dessas espécies possam se recuperar", diz  Bender.

O estudo contou com o patrocinado pelo programa Petrobras Ambiental, e pelo Arraial d'Ajuda Eco Parque.

Aquicultura

O assessor de projetos institucionais da Bahia Pesca, Eduardo Rodrigues, reconhece que as sete espécies pesquisadas estão de fato ameaçadas de extinção, sendo que o mero, o badejo e a garoupa pertencem a mesma família.

Ele explica que a redução de tamanho dos peixes ao longo dos anos se deve ao fato do esforço de pesca impedir o ciclo biológico natural de crescimento do animal. E defende que a aquicultura é a forma mais apropriada para recuperação dessas espécies em via de extinção. A técnica implica na criação desses peixes em tanques.

"Estamos trabalhando com o mero, uma das espécies ameaçadas, mas é um atividade que requer tempo".

Ele informa ainda que as espécies apresentam período de defeso regulamentado por lei e que proíbe a pesca. 

Pesquisas vêm relatando que retirar dos oceanos mais do que eles podem repor resulta em  desequilíbrio ecológico e danos à economia de subsistência.

"Alguns pescadores com menos de 31 anos não reconheceram espécies de peixes como o mero-gato e o cherne quando apresentados às fotos na entrevista", relata Mariana Bender.

Estudo identifica regiões de captura irresponsável

A pesca predatória ocorre em  escala global e está diretamente ligado ao consumo pela população humana, destaca a bióloga Mariana Bender. Ela cita como exemplos os grandes atuns, tubarões, marlins, e também, as espécies de peixes que utilizam os recifes como habitat.

Devido ao alto consumo, na década de 90 os  estoques de bacalhau começaram a dar sinais de declínio no mar do Norte. Cerca de 40 mil trabalhadores perderam os postos de trabalho e até hoje muitos não conseguira retornar ao mercado de trabalho. 

Pesquisa da Universidade de Colúmbia Britânica, no Canadá, enumerou os locais do planeta onde os “arrastões” da  indústria pesqueira põe em risco o  ecossistemas marinhos.

O estudo identificou  a costa nordeste do Canadá, a costa mexicana no Oceano Pacífico, a costa peruana, o Pacífico Sul (destacadamente a região ao redor da Nova Zelândia), a costa sudeste da África e a região antártica.

Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores reuniram dados  econômicos a exemplo das taxas de crescimento da produção de pescado de forma a elaborar um índice que permitisse comparar a ameaça para os ecossistemas em cada país.

Pelo menos 12% das espécies de garoupas e badejos estão em risco de extinção, segundo relatório de especialistas da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN), organização  que elabora as  “listas vermelhas” de espécies ameaçadas.

Expedição Floriano (Documentário para TV - versão completa) - 2007

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Alerta vermelho: Em 20 de agosto, humanidade excedeu orçamento da Terra para 2013

Do WWF

                                                                                                                       
Nesta terça-feira (20) o planeta acendeu um alerta vermelho. Nesse dia, a humanidade esgotou o orçamento da natureza para o ano e  começamos a operar no vermelho. Os dados são da Global Footprint Network – GFN (Rede Global da Pegada Ecológica), instituição internacional parceira da rede WWF, que gera conhecimento sobre sustentabilidade e tem escritórios na Califórnia (EUA), Europa e Japão. 


O Overshoot Day (Dia da Sobrecarga da Terra) é a data aproximada em que a demanda anual da humanidade sobre a natureza ultrapassa a capacidade de renovação possível. Para chegar a essa data, a GFN faz o rastreamento do que a humanidade demanda em termos de recursos naturais (tal como alimentos, matérias primas e absorção de gás carbônico) - ou seja, a Pegada Ecológica - e compara com a capacidade de reposição desses recursos pela natureza e de absorção de resíduos. 

Os dados demonstram que, em menos de oito meses, utilizamos tudo o que a natureza consegue regenerar durante um ano. O restante ficou descoberto em nossa conta. À medida que aumenta nosso consumo, cresce o débito ecológico, traduzido na redução de florestas, perda da biodiversidade, colapso dos recursos pesqueiros, escassez de alimentos, diminuição da produtividade do solo e acúmulo de gás carbônico na atmosfera. Tudo isso não apenas sobrecarrega a capacidade de recuperação e manutenção do meio ambiente, como também debilita nossa própria economia. 

As mudanças climáticas -- decorrentes da emissão de gases de efeito estufa em ritmo mais rápido do que sua absorção pelas florestas e oceanos – são o maior impacto desse consumo excessivo. 

"O enfrentamento de tais restrições impacta diretamente as pessoas. As populações de baixa renda têm dificuldade em competir por recursos com o restante do mundo," afirma Mathis Wackernagel, presidente da Global Footprint Network e co-criador da Pegada Ecológica, uma medida para contabilizar o uso de recursos naturais. 

Preparar para o futuro

A contabilidade da Pegada Nacional de 2012 feita pela GFN demonstra que, no ritmo em que a humanidade utiliza os recursos e serviços ecológicos hoje, precisaríamos de um planeta e meio (1,5) para renová-los. Se continuarmos nesse ritmo, vamos precisar de dois planetas antes de chegar à metade do século. 

A Pegada Ecológica total da China é a maior do mundo, principalmente devido a sua grande população. A Pegada por pessoa da China é muito menor do que aquela dos países da Europa ou da América do Norte; nos últimos sete anos, entretanto, a China ultrapassou os recursos disponíveis por pessoa no mundo todo. 

Hoje, mais de 80% da população mundial vive em países que utilizam mais do que seus próprios ecossistemas conseguem renovar. Esses países “devedores ecológicos” esgotam seus próprios recursos ecológicos ou os obtêm de outros lugares.

Nem todos os países demandam mais do que seus ecossistemas são capazes de prover. Mas até mesmo as reservas de tais “credores ecológicos”, como o Brasil, diminuem com o tempo. Não podemos mais manter essa discrepância orçamentária que se alarga entre o que a natureza é capaz de prover e as demandas de nossa infraestrutura, economia e estilo de vida. 

"A América Latina e, mais especificamente, a América do Sul está numa posição única no contexto mundial, já que suas reservas ecológicas ainda superam sua Pegada Ecológica na maior parte dessa região”, afirma Juan Carlos Morales, Diretor Regional para a América Latina da Global Footprint Network. "No entanto, esse padrão está mudando e agora, mais do que nunca, os países da América do Sul precisam realmente compreender a produção e o consumo e seus recursos naturais para continuarem competitivos na nova economia,” concluiu Morales. 

Hoje somos 7,2 bilhões de pessoas e, se a população ainda está crescendo, as tecnologias da informação e de transporte permitem multiplicar a economia mundial num ritmo ainda mais acelerado. Apesar disso, em muitos casos, as restrições legais e os cuidados ambientais são vistos como obstáculos ao crescimento econômico, ainda traduzido diretamente em desenvolvimento social e progresso.
Por isso, para a Global Footprint Network e Rede WWF, em lugar de dilapidar os recursos, é mais sábio tratá-los como uma fonte contínua de riqueza a ser usada de forma sustentável e estratégica, garantindo um futuro seguro para toda a humanidade. 

“Para assegurar um futuro limpo e saudável para nossos filhos, é preciso preservar o capital natural que nos resta e cuidar melhor do planeta que chamamos de lar”, afirma Jim Leape, Diretor Geral da Rede WWF.

Redução da Pegada Ecológica

Com o objetivo de ampliar o debate sobre o consumo e equilíbrio ambiental, o WWF-Brasil iniciou em 2010 um trabalho pioneiro no Brasil, em parceria com a GFN, prefeitura de Campo Grande (MS) e parceiros locais. Realizou o cálculo da Pegada Ecológica da capital sul-mato-grossense, primeira cidade brasileira a fazer esse cálculo. Em 2011, realizou o cálculo para o estado e para a capital São Paulo. 

De acordo com a Secretária Geral do WWF-Brasil, Maria Cecília Wey de Brito, cidadãos e governos têm papel fundamental na redução dos impactos do consumo sobre os recursos naturais do planeta. “Políticas públicas voltadas para esse fim, como a oferta de um transporte público de qualidade e menos poluente, construção de ciclovias, e o estímulo ao consumo responsável, por exemplo, são essenciais para reduzir a Pegada Ecológica. E este é um papel dos governos”, ressalta. 

Já os cidadãos, na opinião de Maria Cecília, devem cobrar dos governos e dos políticos a criação e aplicação de politicas deste tipo. “Mas enquanto elas não existem, nós podemos fazer nossas escolhas lembrando que nosso planeta é finito, como é a nossa conta no banco”, salienta. 

Em Campo Grande, as ações de mitigação para ajudar a reduzir a Pegada Ecológica estão em curso e o estudo de São Paulo, lançado em 2012, durante a Rio+20, ainda carece de uma ação concreta dos poderes estadual e municipal. “O cálculo traz informações importantes que ajudam no planejamento da gestão ambiental das cidades com o direcionamento das políticas públicas de forma a reduzir esses impactos” afirma o superintendente de Conservação do WWF-Brasil, Michael Becker, responsável pela condução dos estudos, pelo WWF-Brasil. 

Além do trabalho com a Pegada Ecológica, a rede WWF também é parceira da GFN na edição do Relatório Planeta Vivo, que é publicado a cada dois anos. A próxima edição ficará pronta em setembro de 2014.

Com informações da GFN

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Dia Nacional do Ciclista

Do Respeito 1,5 M. De Rua P/ Ciclitas

                                                                                                                           


quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Cão é encontrado amarrado e com pênis dilacerado; equipe faz resgate

Do G1

                                                                                                                                                         


Animal da raça poodle estava em uma casa no bairro Abaeté, em Salvador. Ele foi encaminhado para clínica veterinária e vai passar a noite internado.


Cão é resgatado em Salvador, na Bahia
(Foto: Divulgação)

Um cachorro da raça poodle foi resgatado nesta quarta-feira (14), no bairro Abaeté, em Salvador.

A ação foi realizada pela equipe da vereadora Rita Tavares, que disse ter achado o animal debilitado e com a genitália dilacerada.

Segundo a equipe, o animal estava amarrado a uma corda curta, entre fezes, urina e sem comida ou água limpa.

O homem considerado o dono do animal assinou, no local, o termo de doação extra-judicial.

O animal foi encaminhado a uma clínica e, de acordo com a equipe, está debilitado e com retração do prepúcio, que é a pele que cobre o pênis.

Ele vai passar a madrugada internado. A denúncia foi feita via redes sociais, informa a equipe da parlamentar

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Faça você mesmo!!!

Vidrinho de vela forrado com renda preta (a renda foi colada).



Pense nisso!!

Do Respeite 1,5 M. De Rua P/ Ciclistas

                                                                                                                                     




sábado, 10 de agosto de 2013

Professora acha jiboia no telhado de escola pública em Feira de Santana

Do G1

                                                                                                                                                          

Animal foi retirado pelo Corpo de Bombeiros e levado para um laboratório. Cobra tem 1,5 metros e tinha comido a mãe e quatro filhotes de pássaros.




Uma cobra jiboia foi encontrada no telhado de uma escola pública em Feira de Santana, distante cerca de 100 km de Salvador, na sexta-feira (9).

De acordo com a Cabo Assis, do Corpo de Bombeiros, uma professora localizou o animal após o fim da aula, durante a tarde. Apenas essa turma precisou sair da unidade por segurança.

Segundo a Cabo Assis, que fez o resgate do animal, a jiboia havia acabado de se alimentar. A cobra tinha pouco mais de 1,5 metros e foi levada para o laboratório de animais peçonhetos da Universidade Federal de Feira de Santana (Uefs).

 "Quando ela se alimenta, ela fica quietinha, sem se movimentar muito por cerca de 8 a 10 dias para fazer a digestão. Quando chegamos na Uefs, ela vomitou o alimento, quatro passarinhos filhotes e a mãe", explicou.



quarta-feira, 7 de agosto de 2013

MP pede anulação de licença ambiental do Shopping Paralela

Do A Tarde

                                                                                                        

O Ministério Público Estadual entrou com ação civil pública para que a Justiça declare nulas as licenças ambientais concedidas pela extinta Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, Habitação e Meio Ambiente (Sedham) para a construção de duas pontes sobre o rio Trobogy como contrapartida aos impactos viários da instalação do Shopping Paralela na Avenida Luís Viana Filho.

Shopping foi construído em área de mata (Foto: Googlemaps)
A promotora de Justiça de Habitação e Urbanismo Hortênsia Pinho, autora da ação, solicita ainda determinação judicial para retirada de um tanque de refrigeração de água localizado ao lado do empreendimento, por ele causar danos ambientais visuais à paisagem urbana, e para que seja impedida a ampliação do estabelecimento já autorizada pelo poder municipal.
Na ação ajuizada no último dia 27, a promotora diz que, por se tratar de construção em Área de Preservação Permanente (APP), "devem ser impedidos, por meio de decisão liminar, os efeitos das licenças ambientais e a ampliação do shopping".

Uma das ilegalidades apontadas é que o Paralela nunca contou com Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV), embora no ano de sua inauguração, 2009, a equipe técnica do MP tenha elaborado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para que o mesmo fosse realizado. Após anos de negociação, o termo foi refutado em março deste ano pelos representantes do estabelecimento, que se negaram a assiná-lo.

A ilegalidade da concessão das licenças, segundo Hortênsia Pinho, decorre, além da falta do estudo, também de uma decisão "unilateral" e "monocrática" do então titutar da Sedham, Paulo Damasceno, e a um posicionamento equivocado do Instituto do Meio Ambientee Recursos Hídricos (Inema). Na ação civil, a promotora afirma que o órgão de fiscalização estadual informou ao Ministério Público que a intervenção em APP dependeria de autorização de órgão municipal, apesar de se tratar de área de floresta e Mata Atlântica, de competência do Estado.

O então titular da Sedham, Damasceno, emitiu uma "Licença Ambiental ad referendum (para aprovação)" quanto à construção da ponte (que depois passaram a ser duas), ato que, segundo a promotora, não conta com "previsão no ordenamento jurídico ambiental pátrio". A licença foi aprovada pelo Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comam) em dezembro do ano passado, junto a uma nova autorizando a segunda ponte sobre o Rio Trobogy.

A aprovação, explica a promotora, foi feita de maneira ilegal porque uma decisão do Tribunal de Justiça da Bahia suspendeu diversos artigos da Lei de Ordenamento do Uso e Ocupação do Solo (Louos), entre eles os que previam alterações quanto à competência e composição do Comam, tornando ilegítima a deliberação dos conselheiros que participaram da sessão realizada no final de 2012.


terça-feira, 6 de agosto de 2013

Estudo mostra que emissão de gases de efeito estufa não tem redução efetiva em 2012

Da Agência Brasil
Por Fernanda Cruz - 05.08.2013

                                                                                                      


Uma pesquisa desenvolvida pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas, mostra que, no ano passado, a emissão direta de gases que provocam o efeito estufa não teve redução efetiva.

Baleia é atacada por tubarão no litoral sul da Bahia

Do G1

                                                                                                              


Especialista diz que animais encalhados são geralmente atacados por tubarão. Litoral registra o aparecimento de outros animais, como o leão-marinho. 

A visita das baleias ao litoral sul da Bahia, um espetáculo que todos os anos atrai gente de todos os cantos do país, agora ganhou a presença de outros animais. Os tubarões são responsáveis por parte da morte das baleias que aparecem no litoral.(Confira no vídeo ao lado, um tubarão atacando uma baleia).


Durante a temporada, muitas baleias acabam encalhando. Em 2010 em todo o país, o Instituto Baleia Jubarte registrou 96 encalhes, o maior número em 10 anos. Já em 2011 foram registrados 39 casos e em 2012 foram 47 encalhes. Em 2013, só no início da temporada, foram registrados 10 encalhes, desses sete na Bahia sendo que seis registrados no extremo sul do estado.

 “Se a gente considerar que no ano passado a gente teve 47 na Costa do Brasil e que a maior parte dos encalhes acontece em agosto ou setembro e nesse ano já tivemos 10 encalhes, isso assusta um pouco”, revela Milton Marcondes do Instituto Baleia Jubarte. O número de baleias mortas pode ser ainda maior em 2013.

A maioria dos casos acontece porque elas são devoradas por tubarões da espécie tigre. A estimativa do instituto é que entre 10% e 15% dos animais chegam até a praia.

“Basicamente entre baleias e golfinhos temos que ter dois cuidados. Um é manter o animal molhado o tempo todo já que ele é muito sensível com a temperatura e manter a pele protegida do sol.

Outras espécies

O instituto também tem registro de encalhes de golfinhos e botos, mas nesta temporada o Instituto tem registrado a presença do leão-marinho do sul. O macho jovem, que mede cerca de 1,70m e pesa 80 kg não está encalhado e faz a festa de quem passa pelo local. 

É um animal raro de aparecer aqui na região. No Brasil ele só existe no Rio Grande do Sul e ele é mais comum no Uruguai. Ele deve ter subido até a costa. Nesta época do ano estamos tendo relatos de lobos marinhos aparecendo no Espírito Santo. No caso do leão, nós conseguimos avistar e vimos que ele está bem gordinho, bem nutrido e está com um aspecto bom. A gente espera ele pegue o caminho certo dele", afirma Marcondes.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Em caso raro, tubarão- lixa nasce em aquário na Praia do Forte, na Bahia

Do G1

                                                                                                           

Segundo o Tamar, é o 1º registro do nascimento em cativeiro no mundo. Seis animais sobreviveram. Animal é conhecido como 'tubarão dorminhoco'.

Tubarão-Lixa nasce em cativeiro na Bahia (Foto: Divulgação/Tamar)
Filhotes de tubarão lixa nasceram em cativeiro em um caso que pode ser o único registrado até então no mundo. No final do mês de junho, 10 espécies nasceram no aquário do Projeto Tamar, na Praia do Forte, litoral norte. Desses, seis sobreviveram, um macho e cinco fêmeas.

Seus filhotes sobrevivem em cativeiro na Praia do Forte. (Foto: Divulgação/Tamar)
"O primeiro a nascer nós demos o nome de pé quente, porque nós não tínhamos visto que eles haviam nascidos, daí ele estava em um aquário com outros peixes e até tubarões que poderiam comê-lo', explicou Guy Marcovaldio, cordenador nacional do projeto. Ainda segundo ele, a espécia é uma das mais dóceis entre os tubarões e também o que mais dorme. "Ele é conhecido como tubarão dorminhoco, porque passa a maior parte do tempo dormindo. É uma das poucas espécies de tubarão que consegue respirar parado", explicou.

Após o nascimento, os animais foram relocados para um tanque isolado, onde devem ser tratados pelos biólogos do Tamar. Além das novas seis crias, outros quatro tubarões-lixa vivem no projeto. O tubarão-lixa é proveniente dos recifes de corais e são vistos com maior frequência entre o litoral do nordeste e o estado de Santa Catarina.



Tubarão-Lixa (Foto: Divulgação/Tamar)